30 maio 2011

Empate com gosto de vitória - 26-05


 Com um segundo tempo espetacular, a equipe Laranja buscou um empate com gosto de vitória.
            O jogo iniciou com uma ducha de água fria na torcida Laranja. Logo no primeiro minuto de jogo, Marcos domina a bola em frente a área Laranja e sofre falta. Em jogada ensaiada, Dudu passa por cima da bola, Juan bate por elevação e Anderson, que fazia sua estréia no grupo a convite do próprio Juan aceita e engole o glu-glu... 1x0. Anderson ainda teria novo azar 4 minutos depois, quando em uma bola alçada na área ela escorregou para os pés do oportunista Marcos. Cabelo só precisou confirmar o porco para dentro do gol. 5 minutos e o Laranja já perdia por 2x0. A torcida Laranja esbravejava e acusava Juan de trazer uma comparsa para facilitar as coisas para ele e seu time. Demais para a pequena torcida que incentivava em uma noite de frio e sereno. Everton abandonou seu posto no ataque, calçou as luvas e assumiu as traves, talvez suspeitando de alguma tramóia ou intenções escusas da equipe Branca e seu goleiro. Foi demais para o azarado goleiro Anderson que em 5 minutos de jogo e apenas dois lances foi amassado e sacado da equipe. Inédito. Os deuses do futebol às vezes são implacáveis.
            Com uma equipe melhor em campo o Branco seguia ocupando espaços, a meia-cancha Branca formada por Duda Paris, Norberto Jr e Dudu era superior e a zaga conseguia bloquear com tranqüilidade os avanços Laranja de Gian, Felipe e Rockenbach, que sob controle obrigaram o bom goleiro Foguinho brilhar apenas uma vez. Aos 30’ Juan confirma mais uma vez sua vocação e amplia o placar Branco, 3x0. Ao final do 1º tempo a pressão era toda para cima do Laranja.
            Ambos os times alteraram-se para a segunda etapa, e as equipes que pareciam equilibradas em tese, não se mostraram assim na prática. Tudo passou a dar errado para o Branco e as impressões da primeira etapa foram caindo como dominós. A equipe Branca tornou-se uma conversa de bêbado com delegado Juan voltou sonolento, com os irmãos Romeiro (Arlei e Marcos), um falava alemão e outro respondia em javanês. Celso falava árabe. O ataque Branco era inoperante. A equipe Branca sentiu a falta e Norberto Jr e Duda Paris. A larga vantagem de 3x0 transformou-se em um castelo de cartas e começava a ruir.
            Sorte e competência do Laranja que iniciou o jogo forçando e obrigando o impagável goleiro Cabecinha com um reflexo de Gordon Banks a intervenções espetaculares, salvando com os pés arremates mortais de Farias, Felipe e Everton. A zaga Laranja defendia-se como podia. A todo instante Boca ou Fernando superavam-se para bloquear ataques agudos comandados por Everton e Farias, que aos 10’ abriu o placar com um chute indefensável de fora da área e diminuiu a diferença. 3x1. Anderson (aquele desastrado goleiro) em jogada de esforço diminui ainda mais. 2x1.
            Para azar do Branco os irmãos continuavam falando entre si em etrusco e Juan, que tornou-se uma nesga ou uma fiapo do jogador participativo da primeira etapa, não conseguiam efetivar os parcos avanços  capitaneados por Jaime.
            Aos 32’ um prêmio para Everton, que dominou no bico da área e em jogada de grande qualidade, balançou para a perna esquerda e bateu com firmeza e qualidade, cruzado e colocado sem chances para Cabecinha. 3x3.
            O Laranja seguiu melhor mas o empate ficou decretado. Empate com gosto de viória para o Laranja.

Laranja: Everton, Rock(Capisani), Marcio(Pato), Cabecinha(Paulo Franco), Valdir(Anderson), Wilson(Leandro), Arceu, Gian(Adriano), Everton e Farias.
Branco: Cabecinha, Lauro(Zé), Fernando, Boca, Tota, Arlei, Duda Paris(Jaime), Dudu, Norberto Jr, Marcos e Juan.

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